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domingo, 20 de março de 2011

Balde dobrável da Sea To Summit

Sea To Summit Folding Bucket. (Translate this article).



Entre os equipamentos que estou testando na viagem à Patagônia, está o recém lançado Balde Dobrável (Folding Bucket) da marca Sea To Summit. Em um primeiro momento você até pensa "o que vou fazer com um balde na viagem", mas o equipamento é incrivelmente versátil e muito bem pensado.

O Balde Dobrável é feito de uma material flexível, composto de Nylon Termo Poliuretano 210D nas laterais e 420D na base, sendo extremamente leve, forte e resistente à abrasão. Quando dobrado fica super compacto e fica armazenado em um pequeno estojo de 10x10x4 cm (no caso da versão de 20 litros - há também o de 10 litros). Aberto, a própria água o mantém estruturado no formato de balde.

Mas os possíveis usos para o balde são muitos. Eu mesmo, entre outros, já o utilizei como "geladeira", enchendo de gelo para manter produtos alimentícios e bebidas geladas. Se comportou muito bem, não vazou a água (apenas formou condensação por fora devido a diferença de temperatura interna, do gelo, com a temperatura do ambiente, o que já era esperado).

Entre as possibilidades que facilmente pode-se imaginar para o Balde Dobrável, além de armazenar/carregar água, listo algumas:

- coletar neve para derreter em alta montanha (20 litros de neve deve render de 2 a 3 litros de água, então o volume deve facilitar muito o trabalho);
- recipiente para misturar um bom volume de água fria com água quente para um banho onde não há local próprio disponível;
- fazer compras no mercado, como sacola reciclável (caso você ainda não tenha a Ultra-Sil Shopping Bag que aguenta até 140kg de peso);
- transportar qualquer tipo de material para acampamento, como pedras, galhos secos para fogueira, etc. (é preciso testar ainda a resistência);
- lavar roupas sem poluir diretamente os rios;
- idem para lavar panelas e material de cozinha;

Fiquei bastante satisfeito com as possibilidades que o equipamento abre em uma viagem ou expedição de aventura, algo que não havia pensado antes de ter um em mãos. Vale a pena.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Columbia desce a letra na Gore-Tex

Omni-Dry is better than Gore-Tex, said Columbia.

Gertrude Boyle

"Yep, we said it", assume a Columbia ao dizer que sua tecnologia em tecidos a prova d'água é melhor que Gore-Tex. Quem assina a newsletter da marca de roupas outdoor Columbia Sportswear, dirigida pela poderosa senhora presidenta Gert Boyle, recebeu hoje a paulada pública que a empresa deu de vez nos tecidos com tecnologia Gore-Tex.

A Gore-Tex é uma tecnologia amplamente utilizada em todos os tipos de produtos de inúmeras marcas, de botas a anoraks, em que se busca a máxima resistência contra a água e o vento, com o máximo de respirabilidade do tecido. Não há um aventureiro que não sonhe com produtos compostos por Gore-Tex.

Pois a Columbia possui uma tecnologia concorrente, patenteada como Omni-Dry, que busca espaço no mercado de proutos ˜waterproof" há algum tempo.

Na sua última newsletter, sem nenhuma cerimônia e de forma bastante cômica, a Columbia afirma que em 20 metros de profundidade, ambas tecnologias são tão resistentes a água quanto um submarino nuclear. Mas quanto a respirabilidade, a Omni-Dry tem a performance de uma turbina, enquanto a Gore-Tex de um velho ventilador quebrado. Em relação ao peso, a Omni-Dry flutua como um beijaflor, e a Gore-Tex seria comparável a um ˜Dodô"(pássaro gigante, pré-histórico, já extinto, que por sinal dizem que nem voava).

Os dados técnicos são apresentados na newsletter: vazão da transpiração de 100 cc/min. na Omni-Dry contra 0 cc/min. na Gore-Tex, e peso de 7 gramas/cm2 contra 40 gramas/cm2 na concorrente.

Para finalizar, em um deboche total, a marca ainda apresenta um gráfico que mostra o quanto usar Omni-Dry é mais divertido!

Pow!!! Paulada na briga entre gigantes. Mas me pergunto, onde fica o Triple Point Ceramic da Lowe Alpine nesta história? Em breve vou estar postando um review sobre esta tecnologia e poderei dar minha opinião a respeito, mas quem quiser por enquanto se divertir com as ilustrações originais da newsletter da Columbia é só acessar este link.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Novo canivete suíço da Wenger Patagonian Expedition Race

EvoGrip™ S 18 Wenger Patagonian Expedition Race Knife. (Translate this article).



Recentemente publiquei um comentário sobre as facas e canivetes franceses Opinel, que mantém seu estilo simples e clássico há 120 anos. Pois não posso também deixar de falar de um novo canivete suíço, ultramoderno, cheio de recursos e que vai pra minha lista dos "eu quero" :D

A Wenger, marca dos autênticos canivetes suíços e patrocinadora da Wenger Patagonian Expedition Race, uma das maiores e mais desafiadores corridas de aventura no mundo, que neste ano de 2011 ocorreu de 8 a 16 de fevereiro (no Chile, como sempre), lançou um novo canivete suíço com a sua marca. Trata-se do EvoGrip™ S 18 Wenger Patagonian Expedition Race Swiss Army Knife.

O novo canivete possui uma camada externa de borracha nos quatro pontos principais de contato com a mão e uma lâmina com trava, ambas características para propiciar uma maior segurança ao usuário. Além da lâmina principal, são ao todo 11 ferramentas com 15 funções diferentes, tudo em um corpo na cor amarela para maior visibilidade na hora de procurar pela ultraferramenta.

Um canivete suíço definitivamente não pode faltar na sua lista de equipamentos de aventura e sobrevivência... ainda mais um tão estiloso.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Canivetes e Facas Opinel

Opinel Knifes. (Translate this article).


Acho que todo aventureiro curte um bom canivete ou faca para levar em acampamentos, trilhas, escaladas e outras empreitadas. Existem modelos de todos os tipos e materiais, de tudo quanto é tamanho e até para usos bastante específicos. Vale até faca do "Rambo".

Mas na última ida a Bariloche para explorar os refúgios do Cerro Catedral e posteriormente El Bolsón, encontrei na excelente loja da Garmont (Elflein 13, esquina Morales), onde sempre sou bem recebido pelo queridíssimo Herbert (montanhista e escalador), alguns exemplares da marca Opinel.

A marca Opinel pertence a empresa francesa homônima, originada no trabalho com forja de metais pela família Opinel em uma pequena vila perto de Saint-Jean-de-Maurienne em Savoie, desde 1800, a qual fabrica uma linha tradicional de canivetes e facas desde 1890.

A coleção de facas Opinel possui 11 tamanhos diferentes, que vão do número 2 ao 13 (os números 1 e 11 foram discontinuados), em inúmeros modelos de materiais, formatos e cores, mas como principal característica de terem seus cabos feitos sempre em madeira. Já foram lançados inclusive modelos comemorativos para o Tour de France e os anos 2000, entre outros.

Mas o mais interessante nas facas Opinel, é que sua montagem é extremamente simples e permanece praticamente inalterada desde o primeiro modelo há 120 anos. São apenas 4 componentes: a lâmina, a empunhadura de madeira, um colar de metal que segura a lâmina contra a madeira, e outro colar mais externo, que gira para travar a lâmina tanto na posição aberta quanto fechada.

Simples, leve e elegante. Escolhi o tamanho número 8, que parece mais apropriado para o uso do dia-a-dia nas aventuras, e desde então a tenho levado para todos os lados. Recomendo para quem tiver a oportunidade de adquirir uma. Très Chick.

sábado, 30 de outubro de 2010

Noite de Halloween para aventureiros

Halloween night for adventurers. (Translate this article).

Rendeu algumas risadas quando entrei hoje no site Gear Junkie do ótimo Stephen Regenold, as dicas de roupas de aventura para a próxima noite de Halloween, neste 31 de outubro.

 
Além da roupa de surf "a lá" Star Trek, da roupa de pena de ganso Peak XV da First Ascent de Eddie bauer que mais parece um homem-mashmallow e da roupa de ski Winter Olympic Skier Speed Suit do Homem-aranha, Stephen propõe alguns outros modelos no site.

Realmente espero não dar de cara com um desses na rua hoje a noite:

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Novo sistema de hidratação Salomon para provas de endurance

New Salomon's hydration system to endurance races. (Translate this article).


Quem é fã da Salomon levanta a mão o/. A marca que é uma das líderes de mercado em equipamentos para esportes de aventura, e fabrica a linha de tênis provavelmente mais utilizada no Brasil para corridas de aventura, lançou um novo sistema de hidratação para provas de endurance.

O novo XT Advanced Skin SLAB é um colete desenhado pelo ultra corredor de trilhas Kilian Jornet, pensado de forma a distribuir o peso no corpo dando mais conforto e estabilidade, em um sistema que se adapta perfeitamente, sem o uso de tirar, reduzindo possíveis pontos de abrasão.

O material altamente respirável e o design anatômico permitem uma fácil utilização dos trekking poles. O equipamento inclui um reservatório de 1.5 litros de água, um apito e um cobertor de emergência, que são carregados no próprio colete.


E o design é arrasador, pra variar.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Novas botas para o seu cão

New boots for your dog. (Translate this article).

Há um tempo atrás postei aqui no blog uma matéria sobre "equipamentos de aventura para cães casca grossa", comentando sobre opções disponíveis no mercado (no exterior) para deixar seu companheiro pronto para as aventuras mais difíceis. Pois a empresa Ruff Wear, altamente especializada no assunto, acaba de lançar mais um produto de segurança para o seu cão.


A novidade é a Bark'n Boots Polar Trex, uma bota de cano longo, feita com solado Vibram (mesma marca utilizada nas melhores botas de trekking de marcas reconhecidas) e tecido superior em soft-shell de 3 camadas, respirável, a prova de vento e resistente a água. Especialmente desenvolvida para a neve ou ambientes frios, a bota possui tiras para fixar às patas do animal e protege-lo tanto do frio quanto de superfícies afiadas.

O preço lá fora é de US$ 89.00 pelo conjunto de 4 botas (sim, lembre-se que são 4 patas).

Fonte: The GearCaster

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Energia que vêm de dentro

Energy from inside. (Translate this article).

De volta ao blog, e sempre buscando trazer novidades em dicas de equipamentos diferenciados, aperesento hoje um dispositivo que está sendo lançado na Outdoor Retailer nesta semana, um evento que ocorre duas vezes ao ano em Salt Lake City, Utah, EUA.



O dispositivo é o nPower PEG (Personal Energy Generator), fabricado pela empresa americana Cremont Electric, que tem a proposta de gerar e acumular energia a partir do movimento cinético de suas caminhadas, corridas e pedaladas. A idéia é que enquanto pratica o seu esporte ou aventura, você garanta energia suficiente para recarregar equipamentos eletrônicos como mp3 players, celulares, GPS entre outros.


Para funcionar, o equipamento com quase 23cm de comprimento e 3,8cm de diâmetro, deve ser colocado em posição vertical acoplado a mochila (e no bolso traseiro da camisa da bke, quem sabe) durante a atividade. Com capacidade de armazenamento de 1000mAh em uma bateria de lítio, a indicação é de que 10 minutos de caminhada forneçam aproximadamente 1 minuto de conversa em um iPhone 3G ou 10 minutos de música em um iPod Nano.

Para recarregar os equipamentos eletrônicos, basta concectá-los ao PEG, sendo que ele mesmo pode também ser recarregado através de uma porta USB 2.0, para que você já parta para a aventura com uma carga extra de energia. De acordo com o fabricante, é possível conectar o nPower PEG com mais de 3000 equipamentos diferentes.

Se funcionar como é dito pela Cremont Electric, o nPower PEG é realmente uma mão na roda para quem sai para aventuras de longa distância ou longa duração, facilitando muito a recarga dos equipamentos que hoje são essenciais para nosso conforto e segurança. Quem sabe daqui há alguns anos, com a evolução da tecnologia, será possível recarregar notebooks, iPads, e outros equipamentos maiores.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Equipamento de emergência obrigatório!

Emergency equipment required! (Translate this article).


Richard Davidian, expert do blog Freeoutdoors.com, divulgou sua lista de aplicações para um dos melhores equipamentos (de emergência, pode-se dizer assim) já criados, e item obrigatório de qualquer aventureiro: a "silver tape", melhor conhecida fora do Brasil como "duct tape".

Segue a lista de Richard:

  • * Aplicar em locais de atrito para evitar bolhas.
  • * Fazer uma tala para um osso quebrado.
  • * Imobilizar um entorse do tornozelo ou do joelho.
  • * Usá-lo dobrado para substituir uma alça de mochila rompida.
  • * Prender a sola de uma bota que tenha se desgrudado.
  • * Consertos em uma barraca, lona, isolante térmico ou saco de dormir.
  • * Torcê-la para fazer uma corda para usos múltiplos e variados.
  • * Tapar a boca de um companheiro de caminhada desagradável.
  • * Substituir um cinto para segurar as calças.
  • * Fazer um chapéu contra a chuva.
  • * Prender as hastes dos óculos depois de perder o parafuso que a segura.
  • * Revestir grandes feridas.
  • * Isolar uma garrafa de água para manter a água fria.
  • * Tapar uma bolha, quando você se esqueceu de aplicar nos locais de atrito.

Eu particularmente já usei "silver tape" para fechar um rasgo lateral em um pneu (com câmera) da bike, colocando a fita por dentro do pneu, e deu muito certo, durou várias pedaladas até a troca do pneu.

E você? Compartilhe aqui nos comentários do blog, em que situação também já teve que recorrer a "fitinha mágica" para sair de uma enrascada? Poderá certamente ser útil para alguém!

terça-feira, 25 de maio de 2010

Tecnologia para água potável na sua aventura

Technology for potable water in your adventure. (Translate this article).

OptiPEN Adventurer

Sempre que você sai para uma aventura que envolva mais de um dia, o abastecimento de água se torna um problema. Dependendo de quanto tempo irá durar sua aventura, do tipo de atividade, o quanto de reidratação será necessária, se terá algum tipo de suporte externo (carro de apoio, mulas, pontos de água potável), nem sempre é viável carregar toda a água necessária (mesmo com um equipamento estilo dromedário).

Além disto, no mundo de hoje, é bastante raro encontrar-se uma fonte de água na natureza totalmente confiável, que pode ser ingerida sem riscos de contaminação. Mesmo em locais totalmente selvagens e ainda teoricamente intocados pelo homem, um curso de água pode estar contaminado por um animal selvagem morto mais acima no rio.

Para isto, existem diversos tipos de filtros disponíveis no mercado, vários de excelente qualidade, com capacidade de bloquear a passagem de microorganismos e poluentes, assim como pílulas, gotas e pastilhas que "esterilizam" a água.



Mas uma novidade no mundo da aventura (não tão novidade para criadores de peixes), que está sendo cada vez mais utilizada no exterior, são os dispositivos com luz ultravioleta. A radiação ultravioleta tem a capacidade de eliminar microorganismos, bactérias, protozoários, vírus e outros organismos vivos. Quando colocada na água, realmente a esteriliza por completo.

O que a empresa SteriPEN fez foi tornar a luz ultravioleta portátil e fácil de ser utilizada pelos aventureiros. Com diversos modelos disponíveis em seu site, eles garantem a eliminação de 99,9% de microorganismos, bactérias e protozoários em 1 litro de água com a aplicação da luz por apenas 90 segundo, com tempo de vida de 8000 aplicações.

A diferença entre os modelos está basicamente em recursos adicionais, como leds de alerta, visor LCD e design, e a empresa já recebeu diversos prêmios com seus produtos. No site você pode conferir diversos testes e estudos científicos comprovando a eficiência desta tecnologia.

Particularmente vejo apenas como um porém o fato de não prever realmente a filtragem da água, bloqueando particulas maiores. Existem alguns filtros portáteis muito eficientes que deixam uma água marrom totalmente cristalina, o que não irá acontecer com este equipamento. Talvez uma combinação dos dois tipos de filtros seja mais efetiva.

Assista também aqui no blog ao video publicado pela Hiking Lady demonstrando o uso do produto.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Comercial da Suunto (via @ffliess)

Suunto commercial. (Translate this article).

Comercial "10" produzido pela Suunto para divulgar seus (fantásticos) produtos. Se tem uma marca confiável em instrumentos de precisão, é esta. Assista o vídeo divulgado pelo @ffliess (e pela @SUUNTOBRASIL claro).

Prático "mini-maçarico" para uso outdoor

Practical mini-torch to outdoor use. (Translate this article).

Entre os produtos selecionados no "Editor's Choice Awards 2010", da revista Backpacker, está um acessório simples e eficiente produzido pela empresa Soto Outdoors. Trata-se do Poket Torch (ou maçarico de bolso), um pequeno case que transforma qualquer isqueiro comum (exceto Bic, de acordo com a revista) em um prático maçarico.

A idéia é que você não precise manipular refill de gás butano para outros tipos de ferramentas semelhantes, simplesmente trocando o isqueiro, e garantindo uma chama azul intensa mesmo nas condições climáticas mais difíceis. A temperatura da chama pode chegar a 1300°C, e ainda assim o tempo de vida do gás do isqueiro aumenta em até 60%.


De acordo com os testes da Backpacker, utilizaram o produto para acender fogareiros e fogueiras nas mais diversas condições, do frio dos Alpes às terras molhadas do País de Gales. De acordo com o fabricante é possível até utilizar o Pocket Torch para fazer pequenas soldas e emendar objetos plásticos. já que a chama produzida chega a mais de 1cm de comprimento.

O Poket Torch pesa apenas 50g (sem o isqueiro) e tem 11cm de comprimento, por 6cm de altura e 2,3cm de espessura, podendo ser facilmente guardado entre seus equipamentos de cozinha ou segurança.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Balão de resgate

Rescue balloon. (Translate this article).

O Blog do site GetOutdoors divulgou uma grande idéia, daquelas que você olha e pennsa: "porque não pensei nisto antes?". Para mim é quase um "ovo de colombo". A idéia é simples. Se você está perdido em algum local remoto de difícil visualização (tendo acionado ou não um resgate), basta abrir sua latinha, remover o balão de resgate, inflá-lo com o gás Hélio (da própria lata) e soltá-lo para que suba até a extensão total da corda que o prende a lata.

Mas por enquanto, até onde se sabe, é apenas uma idéia no papel. Seria um excelente item para seus equipamentos de segurança, podendo até caber no seu kit de primeiros socorros. Alguém disposto a fabricar ou criar um protótipo?

sábado, 1 de maio de 2010

Treino indoor para escalada em gelo

Indoor trainning for ice climbing. (Translate this article).


A empresa britânica Alpkit acaba de lançar no mercado uma invenção do alpinista Pete Dollman, o Figfour. A estranha ferramenta nada mais é do que um simulador de "picaretas" para escalada em gelo, de forma que os adeptos a este tipo de escalada possam realizar seus treinos em paredes artificiais.

De acordo com o site GearCaster, o Figfour permite que você realize diferentes tipos de movimentos, simulando uma escalada mista em gelo e fortalecendo a musculatura necessária para seus próximos desafios em paredes geladas.


A ferramenta possui cabo ergonômico com duas posições de pegada, de forma a imitar as picaretas originais. Uma borracha reforçada de 32cm é fixada ao cabo, de forma que o atleta possa enganchá-las em praticamente qualquer tipo de agarra. Pesando apenas 700 gramas o par, o Fingfour aguenta até 3kn de força. O equipamento já está disponível para venda no site da Alpkit, com possibilidade de envio para o exterior.

Assista no vídeo abaixo a uma explicação do próprio inventor da ferramenta e sua demonstração de uso.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

iPad para ciclistas

iPad for Cyclists. (Translate this article).

E mal surge uma novidade no mercado e já começam a aparecer todos os tipos de idéias de aplicações, algumas um tanto bizarras. A empresa de consultoria em design e tecnologia MAYA lançou um aplicativo para o iPad, chamado de Sprocket, com o propósito de sinalizar, a partir do uso do acelerômetro, quando um ciclista estiver parando ou realizando uma curva para esquerda ou direita.

Além do aplicativo, a empresa lançou um vídeo demonstrando como criar um case para acoplar a solução à parte de trás da jaqueta do ciclista.

Tudo bem que para enfrentar o trânsito nas cidades ao pedalar pode ser de grande ajuda… mas existe uma invenção que tem nos carros há muito tempo que é o “pisca”, só não vi em bicicletas ainda. Você usaria? Assista o vídeo:

sábado, 17 de abril de 2010

Avaliação meias Lorpen Coolmax Thin

Lorpen socks review. (Translate this article).

Meias Lorpen T.C.C.F Trekking Coolmax Thin

Estamos acostumados a escolher meias a partir de sua espessura, as grossas para inverno e as finas para o verão. Mas as tecnologias atuais nos trazem diferentes tipos de tecidos, com propósitos específicos, apresentando parâmetros completamente diferentes para escolha.

Experimentei as meias Lorpen Coolmax Thin, modelo T.C.C.F. em um trekking em São Francisco de Paula - RS, em uma caminhada através da mata em um dia quente e úmido. As meias Lorpen apresentam sua qualidade já na embalagem, que possui internamente um indicador para a temperatura mais adequada para o uso da meia e um infográfico a respeito de sua composição, espessura, altura e tecnologias empregadas.

O modelo que utilizei, apesar de apresentar ao tato e aos olhos uma espessura média e possuir cano alto, alcançando a parte superior das panturrilhas, é indicado para caminhadas em temperaturas altas. As meias vestiram muito bem, ficando confortáveis, com um bom nível de compressão e sem relevo nas costuras que possam gerar atrito em pontos críticos dos pés, como calcanhares e dedos. As meias possuem densidades diferentes no tecido conforme a região do pé, com maior reforço onde necessário.

Durante a caminhada, mostraram-se confortáveis dentro das botas de trekking, sem provocar sensação de aquecimento dos pés além do esperado. Ao remover as botas ao final do trekking, pude sentir as meias úmidas externamente (estava realmente quente no dia) mas os pés estavam praticamente secos, demostrando realmente a eificiência do tecido Coolmax.

As meias Lorpen testadas foram enviadas pelo pessoal da Proativa, que distribui em parceria com a Náutika as diversas opções de linhas da marca.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Pastilhas eletrolíticas

Electrolyte Tablets. (Translate this article).

 
Finalmente temos no Brasil uma nova opção em repositores eletrolíticos. Já temos várias na forma de bebidas prontas em garrafinhas, mas a Suum é a primeira no Brasil a trazer uma alternativa realmente prática: pastilhas (ou tabletes).

Quando vocês está realizando uma atividade de longa duração, como por exemplo um trekking de vários dias, carregar uma grande quantidade de líquidos se torna um problema, pelo peso, volume e quantidade necessária. Geralmente, você vai contar com fontes de água limpa, como rios e lagos, vai ferver a água, usar algum filtro ou ao menos um produto químico que a "esterilize". Mas como fazer com o repositor eletrolítico? Dificilmente você vai levar uma dezena de garrafinhas.

As alternativas são a utilização de um produto em pó ou pastilhas. Todas as variáveis citadas - peso, volume e quantidade - deixam de ser um problema, pois não são mais tão significativas a ponto de inviabilizar o uso. Cada pastilha apresentada pela Suum poderá ser consumida (antes, durante e/ou após o exercício) em 500ml de água, repondo suas necessidades energéticas para a atividade.

No exterior outras marcas vêm explorando o formato já há algum tempo, como a Nuun, Zym e a Camelbak (sim, a mesma empresa que fabrica os reservatórios de hidratação para serem carregados dentro da mochila), esta última oferecendo inclusive uma opção com cafeína. Na Argentina, utilizamos muito um suco em pó, chamado "Go!", que já conta os elementos para fazer a reposição ao organismo. A vantagem da pastilha sobre pó é que já vem na medida certa e não gera o risco de desperdício ou de sujar o resto do equipamento com resíduos (nas horas em que você realmente precisa, até o vento é um problema para preparar a bebida).

Entre os equipamentos que recebi do pessoal da Proativa para testar e avaliar, vieram várias pastilhas da Suum que pude então experimentar pela primeira vez nos treinos e atividades, e compartilhar também com alguns amigos. A aprovação foi geral. As pastilhas da Suum se dissolvem relativamente de forma rápida na água, e possuem um sabor marcante e agradável de limão, não sendo muito doce - o que algumas vezes torna outros produtos um pouco enjoativos.

Boa pedida para os treinos, provas e aventuras. Vamos aguardar outros sabores! ;)

sexta-feira, 2 de abril de 2010

iPhone, seu novo equipamento de aventura?

iPhone, your new adventure gear? (Translate this article).

Aplicativo Peaks no iPhone

Que o iPhone veio para ficar e que oferece cada vez mais opções legais em termos de aplicativos e funcionalidades todo mundo já sabe, tendo ou não um em suas mãos. Mas você já pensou em incorporá-lo naquele seu checklist de equipamentos para a próxima aventura?

A última versão do dispositivo da Apple já vem com aplicações bastante úteis para os aventureiros, que são o GPS incorporado e a bússola, além da possibilidade de uso do Google Earth para visualizar imagens de satélite. Mas cada vez mais são lançados no universo do iPhone aplicações voltadas para a aventura.

Uma das mais recentes novidades é o software "Peaks". a aplicação, que não precisa de conexão com a internet para funcionar integralmente, utiliza o GPS e bússola do iPhone para localizar sua posição e a partir daí identifica com uso da câmera as montanhas ao seu redor, indicando nome, altitude e distância. Além disto, você pode ainda fotografar as montanhas e adicionar a imagem com as identificações na forma de um "pin" no google maps e twittar para seus amigos. O aplicativo já é capaz de identificar mais de 500 mil montanhas ao redor do mundo, tornando-o útil em todo o planeta.

Assista a este vídeo que mostra como a "realidade aumentada" chegou às montanhas através do Peaks.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Avaliação lanterna Princeton Tec Fuel

Princeton Tec Fuel lantern review. (Translate this article).


Princeton Tec Fuel

Recebi alguns equipamentos do pessoal da Proativa para avaliar, entre eles a lanterna Fuel da marca Princeton Tec. A marca é bastante conhecida há bastante tempo no Brasil pelo pessoal que pratica mergulho. Pessoalmente, há uns 10 anos, tive uma lanterna da marca, específica para esta atividade, que era  simplesmente uma das melhores do mercado e que eu já experimentara, Utlizava ainda lâmpada halógena de alta intensidade, e possuía um feixe de luz muito intenso e concentrado, excelente para uso em pequenas grutas e para investigar tocas atrás de peixes, moréias e polvos para apreciar. A lanterna, ou o que restou dela, infelizmente deve estar se arrastando no fundo do mar próximo a Ilha do Arvoredo em Santa Catarina desde quando a perdi em um mergulho. Ainda sinto a perda em termos de equipamentos pessoais de qualidade.

Pois, quando recebi a lanterna de cabeça Fuel, confesso que não levei muita "fé", devido ao pequeno tamanho. A lanterna pesa somente 78g e é um pouco maior que um isqueiro em sua largura. Utiliza 3 pilhas do tipo "AAA", possui 3 leds, um botão de acionamento e acompanha a tira elástica para prendê-la a cabeça.

Mas, me surpreendi, e muito, com o equipamento. Apesar do tamanho reduzido, a lanterna produz um excelente feixe de luz, que combina uma área mais concentrada ao centro e um halo bastante amplo, de menor intensidade, ao redor. Isto permite que você tenha uma visão mais clara do ponto para onde está olhando mas também uma boa visão periférica do que está no entorno.

Tenho o privilégio de morar em um sítio com uma boa área aberta e uma mata nativa fechada ao fundo, o que me permite testar todo o tipo de equipamento em diversas condições.  A Fuel respondeu muito bem tanto em áreas mais amplas, permitindo uma visão bastante clara até aproximadamente 21 metros de distância e 4 metros para cada lado do foco principal. Em uma área fechada na mata, de aproximadamente 8m x 5m, praticamente todo o espaço ficou bem iluminado.

Uma grande vantagem que pude perceber são as 3 opções de intensidade acionadas pelo botão na parte superior do corpo da lanterna. Tranquilamente você acabará utilizando o modo mais intenso se estiver percorrendo uma trilha de bike ou a pé, o modo intermediário na área de acampamento (até para economizar bateria) e o modo menos intenso para, por exemplo, leitura dentro da barraca. O próprio fato da lanterna ter as pilhas embutidas no próprio corpo, e não em um recipiente separado na parte traseira da fita (ficando atrás da cabeça), como em lanternas mais robustas, torna o ato de ler mais agradável, pois em nada atrapalha ao se encostar. Há ainda o modo flash, em que os leds ficam piscando de forma intermitente.

Durante o uso, também é possível regular verticalmente o feixe de luz, para iluminar mais próximo aos seus pés ou mais ao longe, conforme a situação. De acordo com a intensidade escolhida, as baterias podem durar até 160hs de uso, permitindo uma luminosidade local, mínima, equivalente a luz de uma lua cheia, de acordo com as especificações do fabricante.

Após testar a lanterna por alguns dias, achei uma ótima opção tanto como lanterna principal, para condições não muito extremas (para isto há outras opções inclusive da própria marca), assim como uma boa lanterna de backup (duplicidade de equipamento por segurança) e para uso nos acampamentos.

terça-feira, 23 de março de 2010

Avaliação barraca Lafuma Manta 2

Lafuma Manta 2 tent review. (Translate this article).

Lafuma Manta 2

Em janeiro deste ano, na minha volta pelo Chile e Argentina na região andina e dos lagos, pude testar e avaliar a barraca para duas pessoas Manta 2 da Lafuma. A Manta 2 é uma barraca direcionada para o uso em montanha, com perfil 4 estações, desenhada para suportar invernos mais rigorosos. Possui um design muito bonito e vários detalhes que a tornam uma barraca bastante atrativa, mas com alguns probleminhas na sua concepção.

Entre as vantagens que pude perceber nesta barraca, é a extrema facilidade para montá-la. A parte interna da barraca é presa a capa através de presilhas elásticas de fácil engate e as varetas de alumínio ficam na parte externa da barraca, em dutos costurados na capa. Isto permite que você possa simplesmente remover as varetas e guardar a barraca com a parte interna e externa já montadas, agilizando muito o trabalho.

Outro ponto interessante, é que a capa externa possui proteção para neve em todo o seu entorno, permitindo que o reforço contra ventos fortes seja ainda maior, seja através do uso da neve ou de pedras como peso, o que foi o caso para o uso no acompamento em Confluência no Aconcágua. Existe também a opção de amarrar esta proteção para permitir uma maior circulação de ar por baixo da capa.

 Detalhe das pedras sobre a aba de proteção ao vento.

Em relação ao tamanho, ela seria ideal para somente uma pessoa com mochilas e equipamentos. No meu caso, que tenho 1,91m de altura, e estava acompanhado de minha esposa, as mochilas tinham que passar a noite na parte externa, dentro do avanço, que ficava um tanto apertado mesmo sendo generoso. O espaço interno ficou um pouco justo no comprimento pois para mim eram apenas 10cm de folga, mas bastante tranquilo mesmo para duas pessoas grandes considerando que não privilegiamos exatamente o conforto, e sim o fato de termos uma barraca prática e leve.

Quanto ao conforto térmico, se você busca proteção para temperaturas realmente frias, é uma boa opção. Por ser confeccionada em Nylon Ripstop 190T tanto na parte interna quanto na capa externa, com resinagem para suportar colunas de água de até 5000mm, ela é extremamente selada para o frio. Chegamos a passar calor e dormimos com a porta interna aberta, mesmo com a temperatura da noite chegando a -8 graus centígrados. Claro que com roupas e com um bom saco de dormir também para baixas temperaturas. A ventilação poderia ser um pouco melhor. Os flaps na parte superior não são suficientes, e apenas metade da porta possui tela. A pequena janela junto aos pés é realmente pequena.

 Lafuma Manta 2

Mas nem tudo são flores. Alguns detalhes deixaram a desejar. Um deles são os dutos por onde as varetas passam, feitos de um tecido cheio de pequenos furos, como uma renda, que claramente seriam motivos de problemas futuros, pois não parecem nem um pouco resistentes. Tanto que os ilhoses fixados a eles, onde é apoiada a vareta horiontal do avanço, em poucos dias começaram a apresentar sinais de rompimento na intersecção com o tecido. Mas o maior problema que tivemos foi com os dois fechos do avanço. Já no primeiro dia de acampamento, e primeiro de uso, um dos fechos estragou. Por mais que tentásse arrumá-lo, não consegui mais fazê-lo fechar, abrindo-se sozinho a toda hora. Por sorte, o que é uma vantagem, além do fecho o avanço também fica selado por velcro, o que impediu um pouco a entrada de vento, mas não 100%, por não ser inteiro de cima abaixo. Posteriormente, lá pelo décimo quinto dia de acampamento, foi a vez do outro fecho do avanço. Então ficamos com uma porta de avanço totalmente fragilizada e sujeita a intempéries, o que poderia ser um problema realmente grave caso estivéssemos em condições ainda mais extremas.

Por fim, é uma barraca a que me afeiçoei e de um modo geral recomendaria, não fosse pelo problema com os fechos. A barraca foi enviada para o representante no Brasil através da loja onde a adquiri, e infelizmente não possuem peças para repôr, pois o modelo saiu de linha, e nem tampouco previsão de chegada de uma nova linha, reduzindo ainda mais as opções de barracas para montanha disponíveis nas lojas especializadas no país.

Estou fazendo portanto um upgrade para o modelo VE 25 para 3 pessoas da marca The North Face, com apoio do pessoal da BigWall para encontrar uma barraca dentro do que buscava. Vamos ver como vai se comportar. Assim que tiver uma avaliação sobre o equipamento estarei compartilhando aqui com vocês.
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