Mostrando postagens com marcador Alasca. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alasca. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Filmes de Snowboarding no Netflix



Para os fãs de snowboarding, skiing e montanhismo, o Netflix apresenta a trilogia Deeper, Further e Higher, produzidos e dirigidos pelo atleta Jeremy Jones, que não se rendeu à moda do Freeride, mantendo-se fiel na busca por altas montanhas para praticar seu esporte favorito.

Nos documentários, Jones e sua equipe buscam pelos locais mais remotos no Alasca, Europa e Himalaias, preferindo não se utilizar de helicópteros e snowmobiles para acessar tais locais. As montanhas são na sua maior parte escaladas pela equipe.

Os três documentários valem a pena não somente para quem curte o snowboarding, mas também para quem aprecia acampamentos na neve, escaladas íngremes e paisagens de tirar o fôlego, tudo embalado por uma trilha sonora eletrizante.

Confira a seguir os trailers e corra para o Netflix para assistir!








terça-feira, 16 de março de 2010

Vitória na corrida de trenós Iditarod XXXVIII no Alasca

Lance Mackey wins Iditarod Trail Sled Dog Race XXXVIII in Alaska. (Translate this article).

 Lance Mackey na chegada com seus cães líderes Rev (E) e Maple (D).

E encerrou hoje uma das minhas provas preferidas no mundo, a Iditarod, clássica travessia de Anchorage a Nome no Alaska com trenós puxados por cães.

O musher Lance Mackey completou os 1850 km com 11 cães, após 8 dias, 23 horas, 59 minutos e 9 segundos de prova, em uma velocidade média de 7,74 km/h. Mackey se tornou o primeiro competidor das 38 edições da prova a vencê-la por 4 vezes consecutivas, ao que dedicou o mérito ao seu time e líderes, especialmente a fêmea de 3 anos Maple.

O site oficial da prova apresenta o percurso completo com a descrição de cada um dos checkpoints por onde os aventureiros passaram (e alguns ainda estão passando no momento), além de relatos, fóruns de discussão, notícias especializadas e espaços exclusivos par treinadores de cães e "pilotos".

Conforme comentado anteriormente aqui no blog, a prova foi inspirada em um fato histórico, quando em 1925 a cidade de Nome sofreu com a difteria. Devido ao mau tempo e impossibilidade de acesso a cidade por outros meios, foram utilizados em torno de 100 cães com trenós para buscar a vacina em Anchorage.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Ciclista Mark Beaumont a 5 dias de Ushuaia

Cyclist Mark Beaumont just 5 days from Ushuaia. (Translate this article).

Confira a galeria de fotos no site da expedição.

O ciclista Mark Beaumont, que viemos acompanhando em alguns momentos aqui no blog, está há apenas 5 dias de completar sua viagem. Mark já pedalou mais de 20 mil km desde sua saída do Alasca há 9 meses atrás e em breve estará chegando em seu destino final, Ushuaia, no extremo sul da América Latina.

Além do desafio de pedalar esta grande distância, passando por vários países e enfrentando ambientes muitas vezes inóspitos, Mark ainda realizou outros dois grandes desafios: a escalada no Monte Denali (também conhecido por Monte McKinley), no Alasca, e no Monte Aconcágua, na Argentina, representando as maiores montanhas da América do Norte e da América do Sul.

A expedição de Mark Beaumont irá virar uma série de documentários de tv no canal BBC One, que irão ao ar nos dias 15, 22 e 29 de março. Todo o relato da viagem também pode ser conferido no site bbc.co.uk/cyclingtheamericas.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Expedição A Grande Volta Alasca-Yukon

The Great Alaskan-Yukon Loop Expedition. (Translate this article).



O explorador e corredor de trilhas Andrew Skurka, que já foi nomeado Aventureiro do Ano de 2007 pela National Geographic Adventure pelos seus feitos, acaba de divulgar seu próximo desafio: "The Great Alaskan-Yukon Loop" (ou "A Grande Volta Alasca-Yukon").

Skurka possui uma bagagem de mais de 38mil km de caminhadas (veja todas as expedições em seu site), que incluem 11.481km da "Great Western Loop" e 12.989km cruzando os EUA de mar a mar, além de desafios recentes por territórios como o Alasca e a Islândia.



A Grande Volta Alasca-Yukon será um percurso de 7.500km pelo estado americano do Alasca e o território canadense de Yukon, ambos caracterizados por ambientes extremamente selvagens e remotos. Skurka pretende partir em março de 2010 da vila Kotzebue, localizada no Mar Chukchi no noroeste do Alasca em direção sul. A partida será de ski até alcançar a trilha da prova Iditarod (veja mais informações aqui neste blog), e inclui uma passagem pelo Monte MacKinley (também conhecido por Denali), a montanha mais alta da América do Norte, e trajetos de remo em rios. O final de sua avenura está prevista para 9 meses depois, no mesmo local de partida.



O atleta está procurando um nome definitivo para a expedição, que tenha mais apelo e se diferencie mais do nome da expedição "Great Western Loop". Você pode sugerir um nome neste formulário do site.


quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Ciclistas Nômades pedalando do Usuhuaia ao Alasca

Cycling Nomads riding from Usuhuaia to Alaska. (Translate this article).



Enquanto Mark Beaumont está pedalando do Alaska até Ushuaia, conforme visto anteriormente neste blog, um casal de ciclistas estava realizando os mesmos 24 mil km, mas no sentido inverso!

Tendo partido em 01 de novembro de 2008 do extremo sul do continente sul americano, o ciclista espanhol David Whiddon e a alemã Kelly Jordan traçaram sua rota pela costa oeste e planejaram chegar ao Alasca em setembro de 2010, fechando quase 2 anos de pedalada.



Os ciclistas já passaram pelo Chile, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Panamá, Costa Rica, Nicarágua, Guatemala e encontram-se atualmente na Cidade do México. No caminho, David e Kelly esperam levantar vinte mil libras para a Julia's House, um hospício para crianças, e para a SOS Children's Villages, uma organização para caridade infantil.

Já Mark Beaumont (Twitter) saiu do México, desde o último post, e encontra-se na Guatemala, onde está enfrentando muito mais desníveis de altitude do que no país anterior, também se afastando novamente do oceano Pacífico.



Entretanto, neste último dia 02 de outubro, a dupla anunciou que por motivos pessoais e familiares, deverão estar se deslocando de volta à Inglaterra, onde residem, mas pretendem dar sequência a viagem após um intervalo de 6 meses. Independente da pausa, a experiência de viajar toda a extensão da América do Sul e América Central com certeza já foi um grande desafio.

Você também pode acompanhar o blog dos "ciclistas nômades".

sábado, 10 de outubro de 2009

Atleta cega finaliza a prova Iditarod no Alasca

Blind athlete finishes the Iditarod race in Alaska. (Translate this article).



A atleta e pioneira americana Rachael Scdoris completou em março deste ano pela segunda vez a prova Iditarod, de 1869,21km, com trenó puxado por cães, que ocorre entre as cidades de Anchorage e Nome, no Alasca, conforme comentado anteriormente neste blog. Até aí tudo bem, exceto pelo fato de Rachael ser cega, tendo nascido com Acromatopsia congênita, uma doença rara que causa miopia, hipermetropia e daltonismo.



Rachael, que é patrocinada pela Columbia Sportswear, e sua equipe de cães altamente treinados, terminou a prova na posição 45 entre as 67 equipes que iniciaram a corrida, num tempo de 14 dias, 10 horas, 8 minutos e 50 segundos enfrentando sozinha, com seus cães, um dos ambientes mais gélidos e inóspitos do planeta.



Além de muito autocontrole e experiência com sobrevivência,  não há dúvidas de que Rachael possui uma relação de confiança muito forte com os seus cães, uma vez que são eles que acabam por levá-la a enfrentar com segurança o extenso percurso. Este é mais um exemplo inspirador do que o ser humano é capaz de alcançar quando persegue seus sonhos, independente de suas habilidades ou dificuldades pessoais.

Assista a vídeos de Rachael e seus cães no Youtube e a chamada de 30s no site da Columbia.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Vídeo agoniante de esquiador dentro de uma avalanche no Alasca

Awesome video of a skier in an avalanche in Alaska. (Translate this article).



Este vídeo além de impressionante é no mínimo agoniante. O The Guardian divulgou nesta terça-feira, dia 06 de outubro, as imagens feitas por um esquiador que tentou realizar a descida de uma montanha em Haines, Alaska, em abril do ano passado. O vídeo acabou se tornando um viral na internet somente agora.

Logo que inicia a descida, a câmera de vídeo fixada em seu capacete captura o chão sob seus pés cedendo e provocando uma imensa avalanche. O esquiador é levado a uma queda de 1500m em menos de 20s pela onda de neve que o engole. É possível ver toda a movimentação frenética dentro da massa branca e também ouvir os ruídos da respiração acelerada e intensa do esportista. O som repetido que se escuta sobre o fundo é do esquiador tentando engolir várias vezes e respirar. Por sorte estava utilizando no momento o equipamento de sobrevivência Avalung, que procura otimizar a disponibilidade de oxigênio nestes casos extremos, através de um bocal semelhante aos dos equipamentos de mergulho autônomo. Mesmo assim, o jornal indica que o equipamento não estava completamente em sua boca no momento da avalanche.

Após alguns poucos minutos, que devem ter sido uma eternidade para o esquiador, a equipe de resgate consegue localizá-lo e retirá-lo da neve, quando você pode ouvir sua agonia e choro, provavelmente uma soma de desespero e alívio. O esquiador pôde ser encontrado rapidamente pois sua luva saiu das mãos no final da queda, indicando sua posição.

Assista ao vídeo de 8 minutos publicado no site Vimeo.


segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Mountain bike, ski ou corrida? Iditarod: a prova mais difícil do mundo

Mountain biking, skiing or by foot? Iditarod: the world's toughest race. (Translate this article)


Foto por Jeff Schultz
Em algum momento você já deve ter ouvido falar na prova Iditarod, uma corrida anual de trenós puxados por cães, com 1.868 km de extensão, cruzando o Alasca por 8 a 15 dias, da cidade de Willow (próximo a Anchorage) até a cidade de Nome. A prova, que teve seu tempo mais rápido estipulado em 2002 por Martin Buser com um tempo de 8 dias, 22 horas, 46 minutos, e 2 segundos, foi inspirada em um fato histórico, quando em 1925 a cidade de Nome sofreu com a difteria. Devido ao mau tempo e impossibilidade de acesso a cidade por outros meios, foram utilizados em torno de 100 cães com trenós para buscar a vacina em Anchorage, conforme pode ser visto no desenho Balto, da Universal Pictures.

Pois além da tradicional prova com cães, também está sendo realizada anualmente, desde 1988, a versão voltada para mountain bikers, esquiadores e corredores. Conhecida como uma das mais duras provas do mundo, com opção de percurso de 560 ou 1771 km, ela não é feita para qualquer aventureiro. Uma vez que não existe apoio durante a prova e o ambiente é extremamente inóspito, sujeito a temperaturas baixíssimas e tempestades de neve características do inverno no Alasca, o desafio requer que os atletas sejam no mínimo experts em sobrevivência.



De acordo com Chris Costman, em artigo publicado no site Adventure Corp, é preciso um histórico de insanidade na família para participar da prova de bike, também conhecida como Iditabike. A prova, que ocorre 100% do tempo sobre o gelo, atravessa lagos e rios congelados, pântanos e florestas. Os atletas devem carregar equipamentos obrigatórios de sobrevivência no gelo, incluindo saco de dormir para baixas temperaturas, abrigo, isolante térmico, fogareiro, combustível, panelas, sinalizadores, apito, comida e água, o que recorda mais uma lista para montanhismo. Muitos ciclistas optam inclusive por puxar um pequeno reboque de neve para carregar todo o equipamento. O que por um lado pode facilitar o transporte, por outro pode trazer vários problemas, como o arrasto na neve fofa e um bólido em alta velocidade lhe perseguindo nas descidas íngremes.





Mas as dificuldades não param por aí. Para se manter aquecido pedalando (empurrando, cavando, se arrastando) não bastam apenas o sistema de diversas camadas de roupas como já conhecemos, é preciso usar algum sistema de aquecimento extra, como gel químico que produz calor ao ser ativado. É preciso cuidar com o congelamento das mãos e dos pés. Os óculos (normalmente de ski para proteger uma maior área do rosto) costumam a ficar embaçados a maior parte do tempo com a transpiração, congelando internamente, inclusive seus cílios que acabam grudandos os olhos. A água, se deixada exposta, congela em menos de 20 minutos de prova, tendo que ser carregada em recipientes especiais (normalmente os utilizados para proteger lentes de câmeras fotográficas) ou em camels junto ao corpo (o que também pode vir a ser um desastre no caso de vazar e deixá-lo molhado e, claro, literalmente congelado). As rodas da bike irão afundar na neve por inúmeras vezes, o ar das câmeras vai diminuir de pressão devido a baixa temperatura, os mecanismos de câmbio, correia, freios podem congelar e quebrar se não forem preparados para a neve.



Mas, mesmo com todas as dificuldades apresentadas, anualmente lá estão em torno de 50 atletas para realizar a extenuante prova. De acordo com o blog da prova, a lista de inscritos para fevereiro do próximo ano já está fechada, com outros 20 atletas em uma lista de espera caso existam desistências. Quem sabe você ainda consegue um lugar para correr em 2011?

sábado, 26 de setembro de 2009

Pedalando do Alasca a Ushuaia




O ciclista Mark Beaumont, que no ano passado bateu o recorde de menor tempo para a volta ao mundo de bicicleta, está enfrentando uma nova aventura no pedal. Em 29 de maio deste ano, Mark partiu da cidade de Anchorage, Alasca para percorrer  aproximadamente 24 mil kilômetros até Ushuaia, no extremo sul da Patagônia Argentina, façanha que deverá levar em torno de 8 meses. Além dos 120 km diários de pedalada, em média, Mark escalou o Monte Dinali (também conhecido como Monte Mckinley) e pretende escalar o Monte Aconcágua, feitos para os quais treinou com guias especializados de montanha durante uma temporada nos alpes franceses.



Mark já cruzou todo o Alasca, Canadá, EUA e, após enfrentar climas gélidos e tórridos, como a atravessia do deserto de Moab (veja dicas para atravessar o deserto), chegou ontem (25 de setembro) ao Oceano Pacífico na cidade de Manzanillo, após 9.660 km rodados. Através do blog de Mark você pode acompanhar suas histórias ao longo da expedição. Também é possível visualizar em um mapa a rota traçada até o momento, visualizar suas fotos no flickr, um diário de vídeos e até segui-lo no Twitter ou Facebook.



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...