quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Filmes de Snowboarding no Netflix



Para os fãs de snowboarding, skiing e montanhismo, o Netflix apresenta a trilogia Deeper, Further e Higher, produzidos e dirigidos pelo atleta Jeremy Jones, que não se rendeu à moda do Freeride, mantendo-se fiel na busca por altas montanhas para praticar seu esporte favorito.

Nos documentários, Jones e sua equipe buscam pelos locais mais remotos no Alasca, Europa e Himalaias, preferindo não se utilizar de helicópteros e snowmobiles para acessar tais locais. As montanhas são na sua maior parte escaladas pela equipe.

Os três documentários valem a pena não somente para quem curte o snowboarding, mas também para quem aprecia acampamentos na neve, escaladas íngremes e paisagens de tirar o fôlego, tudo embalado por uma trilha sonora eletrizante.

Confira a seguir os trailers e corra para o Netflix para assistir!








quarta-feira, 5 de junho de 2013

Óculos esportivo com CPU DualCore, GPS, WiFi e muito mais

Na onda do Google Glass, a empresa Recon Instruments lançou seu próprio óculos com recursos digitais, só que voltados para atletas de corrida e triatlon, entre outros.

O óculos Recon Jet possui uma CPU "Dual-core", processador gráfico dedicado, GPS, Bluetooth, WiFi, ANT+ (dispositivo para comunicação com diferentes sensores), acelerômetro, altímetro, giroscópio, magnetômetro, termômetro, sensor de batimentos cardíacos e câmera HD em um design arrojado com apenas 60 gramas. O óculos possui ainda lentes polarizadas (e tela de alta resolução) e é balanceado de forma a ficar perfeitamente equilibrado no rosto.


A empresa oferece ainda um kit para desenvolvedores de softwares (SDK), que permite que qualquer programador se habilite e desenvolva novas aplicações para o dispositivo. A empresa sugere ainda outras aplicações em seu vídeo de demonstração, como o uso para combate de incêndios ou na medicina.

A Recon Instruments já tinha lançado anteriormente um óculos para esportes na neve com GPS integrado, divulgado aqui mesmo no blog em 2010, e volta a inovar com o Recon Jet.

Confira o vídeo de lançamento do Recon Jet:




terça-feira, 4 de junho de 2013

Jimmy Chin: trabalho em Yosemite para NatGeo


Excelente vídeo criado pelo fotógrafo e escalador Jimmy Chin para a National Geographic. Jimmy foi contratado para exibir em uma das edições da revista um pouco da cultura e da vida dos escaladores, e escolheu Yosemite, mais precisamente El Captain, para realizar o trabalho e captar suas imagens.

"Acho que a escalada em Yosemite tem uma certa pureza, porque os escaladores estão lá batalhando através de desafios físicos e mentais longe dos olhos do mundo. Não há ninguém lá para vê-los. Trazer essa história e momentos para as pessoas é inspirador para mim. Faz parte do trabalho da minha vida.", comentou Jimmy no Facebook.

No vídeo Jimmy mostra um pouco como é o seu dia-a-dia filmando e fotografando grandes esportistas, e a rotina de grande esforço físico, além da preocupação com segurança e obtenção de boas imagens. "Se ao final do dia eu tiver uma grande imagen que represente a escalada então estarei feliz", comenta o fotógrafo no vídeo.

Assista o vídeo em HD no site do Vimeo.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Que tal criar seu próprio saco de dormir...online?


É o que oferece a conceituada marca PHD que há mais de 50 anos vêm produzindo sacos de dormir  e roupas técnicas personalizadas de alta qualidade, utilizados e indicados por grandes nomes das expedições internacionais, como Sir Ranulph Fiennes, primeiro aventureiro a alcançar ambos pólos, Sul e Norte, por terra e primeiro a cruzar a Antártica a pé.

O site "Design Your Own Sleeping Bag" (desenhe o seu próprio saco de dormir) da PHD possui uma aplicação online onde o usuário poderá escolher os principais aspectos de seu saco de dormir, do tipo de material a presença ou não de zíper, por exemplo. A empresa já tinha lançado uma versão da aplicação em 2004 bem mais simples, que agora na nova versão permite uma customização bem maior.

A partir de três linhas "base", que são sacos "leves" (Lightweight) indicados para acampamentos ocasionais, trekkings e aventuras mais leves, "leves e técnicos" (Tech-Light) para condições de frio mais intensas mas que dependem de equipamentos leves, como uma ascensão rápida a um cume, e "altamente técnicos" (Hi-Tech), direcionados para expedições longas em frio extremo, o usuário poderá configurar outras quinze catacterísticas do seu saco personalizado e automaticamente já verificar o peso total e o preço que custará a fabricação pela PHD.


A aplicação permite determinar a qualidade e a quantidade pluma a ser utilizada e para onde deve ser mais direcionada no saco (cabeça, tronco ou pés), presença de zíper nos pés, bolso interno, sistema de fechamento no pescoço, revestimento interno e vários outros.

Mesmo que você não vá adquirir um saco de dormir personalizado da PHD, vale a pena a brincadeira para comparar o quê influencia na temperatura e peso dos sacos de dormir, além do custo, é claro. O bacana da brincadeira é que você pode salvar a sua criação e compartilhar por email com amigos ou redes sociais. E se ficou realmente bom, pode encomendar. De acordo com o site, fazem entregas internacionais.

Já o site "Design Your Own Down Jacket" (desenhe seu próprio casaco de plumas) permite que você personalize a fabricação do seu casaco a partir de 4 modelos básicos, para diferentes condições térmicas, de forma análoga aos sacos de dormir. Você irá informar detalhes sobre o seu tamanho, materiais, quantidade de enchimento, cores e outras e, da mesma forma, poderá encomendar o produto ao final.


Agora, se você ficou na dúvida sobre como acertar nas características do saco ou jaqueta que irá precisar para a sua próxima expedição, a empresa vai ainda um pouco mais longe. A PHD dispõe de um serviço online onde você escolhe em um mapa o destino planejado e eles lhe indicam na hora, entre os produtos da marca, quais são as vestimentas e acessórios (e suas características) mais indicados para a região onde você pretende se aventurar.


São idéias como estas que trazem todo o potencial da internet para auxiliar ao máximo o consumidor nas suas escolhas e preparação para sua aventura, lembrando sempre que para aventuras extremas não basta apenas guiar-se por sites como estes, sendo indispensável o apoio presencial de pessoas com experiência qualificada e comprovada no ramo ou o conhecimento próprio.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Petzl cria pesquisa sobre o perfil e medidas do consumidor


Já há uma tendência a vários anos de que grandes marcas cada vez mais se preocupem com produtos "customizados" aos seus clientes. Casos conhecidos como da Nike, Trek Bikes e outros, onde o cliente chega a personalizar o produto a seu gosto já tiveram seus momentos de febre no mercado.

Entretanto estas e outras marcas ainda buscam cada vez mais o aprimoramento de seus produtos a partir da compreensão do que representam para quem os utiliza e como as pessoas se adaptam a estes. Nesta vibe, a reconhecida marca Petzl de equipamentos para escalada está fazendo uma pesquisa com seus consumidores, para entender e conhecer o tipo físico de cada indivíduo e, no coletivo, oferecer produtos que melhor se adequem aos seus usuários.

Normalmente as empresas da área de roupas esportivas e equipamentos técnicos criam seus produtos baseados no perfil de atletas, com corpos bem treinados e definidos. Muitas roupas, acessórios e equipamentos levam inclusive suas assinaturas. Certamente estes produtos atingem de melhor forma ao ramo competitivo e onde se busca um desempenho máximo, mas será que atendem a maior parte dos usuários?

Pensando nisto então a Petzl abriu uma pesquisa online para conhecer melhor os aspectos físicos e comportamentais e das atividades de quem utiliza seus equipamentos, incluindo cadeirinhas, capacetes e até lanternas. A pesquisa vale tanto para quem usa os equipamentos para fins esportivos quanto profissionais, como alpinismo industrial, resgate e outros. Para participar da pesquisa, basta acessar esta página no site da Petzl, tendo em mão seus equipamentos, uma câmera e uma "fita metro". A pesquisa leva em torno de 45 minutos para ser respondida, em inglês ou francês, e a empresa garante que todas as suas informações serão mantidas em sigilo.

A idéia é inclusive uma oportunidade de dar um feedback para a empresa sobre o que você pensa sobre os equipamentos que utiliza e até quem sabe idéias para futuros produtos. A empresa utilizará todas as informações coletadas para adaptações e ajustes no design de novos equipamentos.

Aproveite e baixe também este manual da Petzl com dicas para proteger e manter seus equipamentos (arquivo PDF em inglês)


quarta-feira, 22 de maio de 2013

SPOT lança telefone por satélite a preços acessíveis


A empresa Spot LLC, responsável pelo ja aclamado produto Spot Satellite GPS Messenger, utilizado para o envio da localização atual e trajetória do usuário para mapas online, Facebook, Twitter e principalmente mensagens pré-programadas para telefones celular via SMS, acaba de lançar um novo produto, o Spot Global Phone.

O novo dispositivo nada mais é do que um telefone por satélite, mas agora com preços acessíveis, tanto  do equipamento quanto das ligações, para aventureiros comuns. O equipamento, que possibilita a comunicação por voz em áreas extremamente remotas (veja abaixo a área de cobertura), também permite o envio de mensagens de email, texto e voz quando conectados a um notebook através de um kit opcional, além da navegação na internet. É importante salientar que a comunicação de dados ainda é lenta, ficando no máximo em 28Kbps. O aparelho, que pode operar em temperaturas de -20 a +55 graus centígrados por até 4 horas de conversa (ou 36hs em modo stand by) recebe um número de telefone local, e as ligações podem ser feitas normalmente para outros números de telefone, inclusive internacionais.

O Spot Global Phone já está disponível para venda nos Estados Unidos a um preço de US$ 499.00 e planos mensais a partir de US$ 24.99, com adicionais conforme serviços utilizados. No Brasil a empresa é representada pela Globalstar.








Marca de roupas Patagonia agora entregando compras no Brasil


A marca de roupas para esportes de aventura Patagonia, fundada pelo reconhecido escalador Yvon Chouinard e, na minha opinião, uma das melhores marcas de roupas no segmento competindo com a Mountain Hardware e Arc'teryx, ambas sem representação por aqui, está anunciando em seu site oficial que agora envia compras para o Brasil. A Patagonia produz de underwears a jaquetas de pluma para condições extremas, além de inúmeras outras categorias de vestimentos para homens e mulheres, mochilas e acessórios.

Até pouco tempo, os brasileiros somente tinham acesso as roupas da marca quando em compras no exterior, como o Chile onde há representação da mesma, já que até os sites especializados "lá fora" não possuíam opção de vendas dos produtos da Patagonia para o país.

O Brasil já consta inclusive na lista de países que você pode optar quando entra no site, entretanto ainda será redirecionado para o site em inglês. Resta saber qual empresa brasileira irá pular na frente e quem sabe pegar a representação desta grande marca aqui no país, que só virá a melhorar a disponibilidade de opções e a saudável concorrência com outras marcas importantes como a The North Face e a muito bem vista brasileira Solo.


Patagônia argentina recebe nova área privada de 37.500 acres


Nesta semana, no dia 16 de maio de 2013, a fundação Conservacion Patagonica doou uma área de 37.500 acres para o sistema de parques nacionais da Argentina, área conhecida como El Rincón na província de Santa Cruz, que será anexada ao Parque Nacional Perito Moreno.

As vastas terras aos pés da face sul do monte San Lorenzo foram inicialmente compradas na década de 80 por Douglas Tompkins, fundador das empresas The North Face e Esprit, e parceiro de escalada de Yvon Chouinard nos anos 60, fundador da empresa Patagonia e um dos responsáveis pela criação da  empresa Black Diammond. Doug usou o dinheiro da venda das suas marcas para a compra do rancho El Rincón e em 1992 doou a área para a fundação The Conservation Land Trust com o objetivo de restaurar os habitats naturais, removendo os sinais da presença humana como a criação de gado, cercas e construções e repassar para o sistema de parques nacionais, mas não houve na época interesse pelo governo do então presidente Carlos Menem.

Posteriormente a The Conservation Land Trust passou as terras para a Conservacion Patagonica que, desde 2006, criou diversos programas internacionais de voluntariado para a recuperação e conservação da área que hoje então passa a fazer parte dos parques nacionais argentinos. A fundação é responsável também pela projeto de criação, ainda em andamento, do Parque Nacional Patagonia, no Chile, com mais de 200 mil acres.

Entre os principais atrativos da gigantesca área doada ao governo argentino estão o Rio Lácteo, formado pelo degelo de glaciares e o próprio monte San Lorenzo, o segundo maior pico na região patagônica, considerado o "Everest" de toda a região por sua similaridade com os picos do Himalaia.


sábado, 11 de maio de 2013

Pêndulo mais insano do mundo!


Que tal um pêndulo em uma queda livre de 121 metros dentro de um estreito cânion? Foi o que Graham Devin organizou e filmou com amigos, convidados e profissionais da aventura, resultando em um incrível vídeo que levou vários dias para ser produzido e já conta com mais de 10 milhões de views no Youtube desde 26 de fevereiro de 2013 até hoje. A equipe da http://slacklinemedia.com foi responsável por toda a infra e segurança da operação, enquanto o pessoal da http://www.cinechopper.com foi responsável pelas tomadas aéreas utilizando um fantástico "octocóptero" que transmitia as imagens via wi-fi para um operador remoto da câmera.

Um ano antes Graham já tinha publicado um projeto semelhante, com um pêndulo de 45 metros em um dos arcos do Arches National Park em Utah, EUA, que obteve mais de 20 milhões de views, e também foi responsável pela criação do vídeo do estilingue humano em 2011, com mais de 11 milhões de views.  Durante as filmagens no arco em 2012 um dos aventureiros pediu a mão da namorada em casamento logo após ela realizar o salto, descendo por uma corda até ela. Já nas filmagens do vídeo deste ano, temos um aventureiro que empurrou a namorada para o pêndulo, que sinalizou estar terminando com ele durante a queda :D.

Assista aqui no blog o vídeo deste ano e o making of, assim como o vídeo do ano anterior, making of e o vídeo do estilingue humano, todos desafios inéditos e muito bem elaborados e filmados. E assine o canal de Devin no Youtube para acompanhar outros vídeos no estilo.

World's Most Insane Rope Swing Ever:



Behind The Scenes - Insane Canyon Rope Swing



World's Largest Rope Swing



Behind The Scenes - World's Largest Rope Swing



Human Slingshot Slip and Slide - Vooray

sábado, 13 de outubro de 2012

Equipamentos para sobreviver ao holocausto zumbi!


sábado, 7 de julho de 2012

Expedição "70 Degrees West" investiga o impacto ambiental do Ártico à Antártida


Na busca por conhecer, entender e ouvir alguns dos povos e locais do planeta que sofrem uma grande pressão ambiental, social e econômica, os americanos Justin Lewis e Michelle Stauffer criaram um projeto de fotografia documental onde irão cruzar o planeta seguindo a longitude 70 graus oeste, de norte a sul.



Partindo de Qaanaaq, a cidade mais ao norte do mundo, na Groenlândia, a dupla irá passar por 7 regiões únicas e distintas do planeta, representadas pelo Ártico, Caribe, Floresta Amazônica, Andes (Lago Titicaca no Peru), Patagônia e Antártida. A missão do projeto é chamar a atenção para o impacto do mundo moderno atual sobre regiões naturais e culturas em ambientes extremamente frágeis. A dupla diz que antes de protestar contra o aquecimento global e mudanças climáticas, é preciso ver de perto o que está acontecendo fora dos grandes centros.

Além disto, culturalmente, os americanos também querem entender o que torna os seres humanos únicos e o que os mantém conectados como um povo só. Entre as questões que pretendem abordar com cada povo que irão visitar, estão três perguntas básicas: "o quê os inspira?", "do quê vocês tem medo" e "se você pudesse compartilhar algo com o mundo, o quê seria?".

O site do projeto nomeado 70 Degrees West apresenta um portfólio de fotos tão impressionantes quanto belas, e blog também não deixa por menos, apresentando em imagens fantásticas e também em vídeos o relato da expedição.



BASE jump do monte Shivling (6543m), Himalaia


Assista o vídeo que mostra a expedição do atleta russo da Red Bull, Valery Rozov, que em junho deste ano escalou e realizou um salto de BASE jump do topo do Shivling, um pico de 6543 metros na região hindú dos Himalaias, próximo a fonte do sagrado rio Ganges.

São imagens belíssimas que mostram um pouco da população e cultura local, misturadas com imagens da ascensão a montanha e o salto. Neste outro link é possível ver a história também em belas fotografias.

O russo de 47 anos de idade é uma estrela do mundo do BASE jump e já realizou outros feitos impressionantes, como voar para dentro da cratera do Mutnovsky, um vulcão ativo em Kamchatka na Rússia, e saltar do inóspito Monte Ulvetanna na Antártica.


Alforjes de bike que viram mochila


Curto muito uma novidade em equipamentos, principalmente quando é uma idéia muito bacana como este alforje da SciCon - Technical Bags, que vira facilmente uma mochila de 21 litros acomplando as duas partes.

O alforje/mochila modelo Transalp 2.0 possui ainda quatro bolsos externos, fitas extras para fixar capacete, tênis e outras coisas, capa para proteção contra chuva e fitas reflexivas para segurança  a noite. A empresa possui também outros produtos interessantes para uso com bikes, inclusive mochilas com painéis solares embutidos.

Vale a pena assistir o vídeo do produto, que mostra a originalidade da idéia e o quanto é fácil mudar de alforje para mochila!!! Sensacional!

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Relógio da Guepardo mede o índice de radiação ultravioleta


Recebi da Guepardo, empresa que está entre as principais marcas de produtos para camping, lazer e esportes de aventura no Brasil, um relógio esportivo com uma característica bastante diferenciada: um medidor do índice de radiacão ultravioleta (UV).

A radiação ultravioleta faz parte do espectro de luz emitido pelo Sol, na forma de ondas eletromagnéticas. Ao atingir a Terra, parte desta radiação é absorvida pela atmosfera e o restante atinge a superfície, podendo ser extremamente nociva para seus habitantes. Os raios UV podem provocar queimaduras sérias, envelhecimento, problemas oculares e até o câncer de pele se não tomarmos os devidos cuidados utilizando chapéus, protetores solares e roupas adequadas.

A intensidade da radiação ultravioleta pode ser medida para um determinado local no planeta, de acordo com a potência das ondas eletromagnéticas, influenciadas também por fatores como as condições do tempo, nebulosidade, espessura da camada de ozônio e altitude. Desta forma, a Organização Mundial da Saúde propõe o uso do Índice UV, em uma escala linear que vai de 0 a 10, podendo ser extrapolada em condições extremas de radiação, conforme mostra a tabela abaixo.


Com o relógio da Guepardo modelo UV Master em mãos, resolvi então realizar um teste na cidade em diferentes horas do dia, para ver não somente o funcionamento do relógio, mas para conferir realmente o índice de radiação UV que estaria recebendo naquele momento. Sempre ouvi e li recomendações sobre o uso de protetor solar, sobre as horas do dia de maior risco, sobre os buracos na camada de ozônio da Terra, principalmente quando estive na praia. Mas até então nunca tinha me deparado com uma informação mais precisa, mais concreta, sobre o quanto de radiação estamos submetidos diariamente. "Me caiu o queixo".

Para fazer a medição com o UV Master, basta selecionar o modo UV e apontar o sensor no painel do relógio em direção ao sol e aguardar alguns segundos para a medição inicial. Ele começa a fazer a leitura e permanece atualizando-a em tempo real, indicando diretamente o valor do índice, assim como um indicador visual desta intensidade. O ideal é ficar apontando por um bom tempo, pois o sensor é bastante sensível e qualquer deslocada para um lado ou outro nota-se uma diferença grande no valor indicado. O bom é que o relógio conta também com um indicador do índice UV máximo lido naquele momento. Lembrando também que, como se apresenta na forma de ondas, a radiação naturalmente irá variar constantemente em qualquer horário do dia.

A leitura que fiz em um dia ensolarado do final de junho em Porto Alegre, RS (aproximadamente 30.0345° S, 51.2411° W), em diferentes horários do dia foi:

08:15 - índice UV máximo de 4.6 (Moderado)
10:30 - índice UV máximo de 8.4 (Muito Alto)
12:10 - índice UV máximo de 10.3 (Muito Alto / Extremo)
15:10 - índice UV máximo de 6.4 (Alto)
17:30 - índice UV máximo de 4.8 (Moderado)

Apesar de não utilizar nenhum método científico e ter feito apenas medições únicas em um único dia, os dados obtidos estão muito próximos a referências médias diárias encontradas em sites especializados acessíveis na internet, como a organiação Sol Amigo que apresenta o gráfico abaixo:


O índice máximo que obtive também se equivaleu ao informado na previsão do tempo do principal jornal local, o que me deixou confiante quanto aos dados informados pelo relógio da Guepardo.

A questão é que estamos diariamente expostos a sérios riscos a nossa saúde provocados pela radiação solar, potencializados tanto pelo nosso descuido em relação a proteção adequada, quanto as condições a que nosso planeta ruma com os problemas de aquecimento global e redução da camada de ozônio.

O Relógio UV Master da Guepardo se mostra uma ferramenta útil para que possamos verificar, seja na cidade ou em uma aventura no campo ou nas montanhas, a intensidade de radiação a que estamos expostos. Com o uso do alarme, que pode ser ajustado para 2 níveis diferentes de radiação UV, podemos ficar alertas e tomar as devidas precauções para se proteger do sol. O UV Master conta ainda com cronômetro, calendário, luz de fundo e alarme diário, podendo ser encontrado nas cores branco e preto.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Veganismo e montanhismo, é possível?


Veganismo. Mais que uma dieta, é uma escolha para um modo de vida, onde a pessoa abdica totalmente de qualquer vínculo com o sofrimento animal, passando a não consumir mais produtos de qualquer ordem, alimentícios ou não, que tenham origem nos animais. Em um mundo em que fomos ensinados e nos acostumamos a ser desumanos, e com a banalização da vida de todos os seres, inclusive do homem, os veganos são vistos muitas vezes como extremistas, radicais, ecochatos e muitos outros adjetivos.

Ser vegano é um grande desafio, moral, físico, psicológico, social. Na verdade, é uma grande aventura. E ser aventureiro, esportista, montanhista e vegano, é possível?

Sou gaúcho, já comi muita carne e utilizei muitos produtos sem me preocupar com a sua composição e origem durante quase todos os meus 40 anos de vida. E nunca disse que carne não é saborosa, que couro não é confortável ou que queijos não são uma delícia. Sou vegetariano a aproximadamente 3 anos e vegano a 4 meses, quando me deu o “clic” de que todos os seres deveriam ter os mesmos direitos a vida e a liberdade, no sonho de um mundo onde os homens não seriam prepotentes e arrogantes em relação a natureza e aos seres que habitam nosso planeta. Um esforço de enxergar e viver a vida de uma maneira diferente, de mudar.

Recentemente vi uma discussão no Facebook entre um aventureiro contra o uso de roupas e equipamentos com plumas de ganso, o conhecido “down” utilizado em casacos para o frio e sacos de dormir, e um grupo também de aventureiros com opiniões diferentes sobre o tema, que me fez refletir bastante sobre o assunto. Quem era contra o uso deste material agredia os demais incitando que então comessem também foie-gras (pra quem não sabe, comida feita com fígado de pato). Quem era a favor em parte não via outra solução para o frio ou chegava a expor sua indiferença com os animais. Morte aos gansos!!! Que na verdade não morrem para que suas plumas sejam colhidas e utilizadas, são apenas privados de sua liberdade, vivendo em condições muitas vezes precárias com outras centenas ou milhares de sua espécie, em situação muito diferente da que teriam se fossem considerados animais e não produtos (matéria prima), ou se tivessem nascido beijaflores, araras azuis ou quem sabe pandas.

Tá e aí? Dá ou não dá pra juntar as duas coisas?

Dá. Simples assim.

Equipamentos e Vestuário

A primeira questão é o vestuário. Já antes de decidir (tentar) virar vegano, abdiquei de utilizar qualquer produto em couro e lã, doando tudo o que eu tinha. Foi fácil. Normalmente as roupas técnicas de aventura são feitas de material sintético de alta tecnologia. Cada vez mais temos opções de roupas mais leves e mais eficientes, tanto para o calor quanto para o frio. Temos os tecidos tipo Fleece, Dryfit, Cordura, Tactel, Polartec, Climacool entre várias outras tecnologias, patenteadas ou não, todas de material sintético, utilizadas pelas principais marcas técnicas e esportivas, nacionais e de fora do país. Temos camadas de GoreTex, OmniDry, Triple Point Ceramic e outras para impermeabilidade. Temos botas para trekking totalmente sintéticas, como alguns modelos da brasileira Vento e também da Salomon, sem citar outras marcas disponíveis no exterior. E temos pesquisas de ponta até para substituir as “down suits” (roupas inteiras feitas de plumas de ganso, utilizadas para alta montanha, como escaladas ao Everest) por opções com Aerogel, muito mais leves, compactas e que dão maior flexibilidade para o montanhista, com a promessa do mesmo nível de conforto térmico, como esta apresentada aqui mesmo no blog em fevereiro de 2010, provavelmente ainda muito cara para a maioria dos mortais até a tecnologia se popularizar, mas disponível.

A direita, casaco composto de Aerogel para uso em alta montanha, 
equivalente ao casaco de plumas de ganso, a esquerda.

Pessoalmente não compro mais nada de vestuário que não seja sintético, embora ainda tenha um saco de dormir para -29C, um casaco leve e um colete pesado de plumas que ainda não achei substituto viável. Pesa na consciência na hora de usar? Sim. Vou receber críticas de veganos e onívoros por isto? Sim. Produtos sintéticos também degradam o meio ambiente? Sim. Mas, como um ser considerado racional, procuro fazer o que posso, dentro dos limites disponíveis e condições necessárias. Espero realmente em breve trocar tudo por Aerogel ou outra tecnologia nova que permita de forma leve suportar temperaturas extremas a que eventualmente me submeto. Da mesma forma que até a próxima troca dos pneus do meu carro por pneus da Michelin, que não utilizam carcaças de animais na composição, terei que utilizar os atuais até gastarem.

Alimentação

A segunda questão, que considero mais complicada para a maioria das pessoas, é realmente a alimentação. Ser vegano significa não comer carnes, peixes, ovos, leite e derivados, mel e nada mais que condicione os animais ao desejo humano pelos sabores, e não pela necessidade como muitos ainda pensam (fato já comprovado por inúmeras pesquisas de instituições e universidades conceituadas ao redor do mundo). E grande parte dos produtos industrializados sempre possui algum ingrediente de origem animal na composição ou no processamento. Se você pensar, até o pão de sanduíche normalmente contém leite. Mas existem alternativas! Desproporcionais na verdade, pois são centenas de alimentos de origem vegetal comparados a poucas dezenas de alimentos de origem animal, com a vantagem ainda de serem menos perecíveis, fator importante para a vida outdoor. E além disto, já existem no mercado brasileiro dezenas de produtos com origem na soja e outros vegetais, e cada vez mais a preocupação da indústria com este público “verde”. Tem até salsicha vegetal, muito mais saudável que as demais.

Para exemplificar a questão da alimentação, trago a experiência recente de uma “expedição” de 6 dias ao topo do Monte Roraima, somados a 3 dias no Salto Angel e outros 9 dias entre Boa Vista e o Parque Nacional do Viruá, em Roraima. Detalhe: sem comer carne de soja, como todos pensam ser a única alternativa (a qual não gosto muito por não ter sabor se não for muito bem temperada).

A preparação da minha alimentação começou ainda em casa. Incluí na minha bagagem 7kg de alimentos que utilizaria no total dos 18 dias que passaria em viagem, boa parte em locais remotos sem a opção de uma compra de última hora ou disponibilidade no cardápio da empresa de aventura que estaria dando o suporte na expedição. Levei basicamente macarrão do tipo “grano duro”, que não contém leite e ovos, acondicionados em potes especiais com tampa disponíveis nos supermercados, em quantidade para até 10 dias, junto com caldo de vegetais em tabletes (iguais aos de carne ou frango, mas puramente de vegetais) e molho vermelho. Levei embutidos como tomates secos, champignons, pepino, mini-milhos, azeitonas, cenouras e outros para o preparo da comida, junto de potes herméticos da marca Nalgene. Preparei rações diárias, separadas em sacos plásticos vedados, para reforço do café da manhã, lanche de trilha e complemento para a janta. Entre estes, diversos tipos de grão e sementes, como castanhas, amêndoas, chia, quinoa, gergelim, principais fontes de proteína; frutas secas e desidratadas, como maçã, banana, abacaxi, figo e damascos; guloseimas, como chocolate a base de leite de soja (há uma opção muito boa da Olvebra e descobri recentemente uma opção da Garoto que não leva leite de vaca), biscoitos, balas e salgadinhos (basicamente batatas Pringles). Tudo 100% vegano, e acondicionado em um grande saco estanque para proteção.

Cozinha improvisada pela equipe da Roraima Adventure 
em uma gruta no Monte Roraima. Cozinha outdoor, mas "vegan firendly"!

Antecipadamente a viagem, comuniquei a operadora sobre minha opção alimentar, indicando na lista de ingredientes fornecida por eles, as opções que eu utilizaria para a minha alimentação. Quase todos os ingredientes poderiam ser utilizados: vegetais, frutas, arroz, feijão, lentilhas e outros, descartando basicamente queijos e lingüiças. Durante a expedição a equipe responsável pela cozinha, incluindo indígenas Pémon da Venezuela, foram extremamente solícitos e compreensivos com minha opção. Aliás, foram muito além disto. Passou a ser uma preocupação atender aos requisitos, sendo que na maior parte das refeições não precisei me alimentar somente de macarrão como imaginava. Fui servido de feijão puro (pré-cozido), lentilha, risoto de legumes, entre outras opções de pratos quentes. No café da manhã, pães tradicionais indígenas feitos somente de água, sal e farinha ou milho, junto com marmelada, goiabada, frutas frescas, chás e sucos. Passei bem. Para a preparação do macarrão ou do risoto, além das conservas que levei, tive a disposição tomates, cenoura, pimentão e vários outros vegetais. Meu macarrão de grano duro acabou sendo na maior parte utilizado nos momentos em que preparei sozinho a minha comida, basicamente no Parque Nacional do Viruá, e parte ficou para os indígenas. Durante a hospedagem em Boa Vista e no Parque Canaima, para o Salto Angel, pude contar com opções de buffets onde sempre encontrei produtos preparados sem ingredientes de origem animal, facilitando bastante a alimentação. Sempre há opção, mesmo tendo que jantar arroz, salada e batatas fritas no restaurante do hotel.

Força de Vontade


Participar de aventuras, fazer montanhismo, é pura força de vontade. Você tem que se dispor a enfrentar dificuldades, cansaço, frio, fome, dores, longas horas de espera, mau tempo e vários outros fatores que exigem que você realmente goste do que está fazendo. Não é para qualquer um. Você precisa saber o que implica sua opção de tentar se integrar com a natureza e estar disposto a encarar todas as conseqüências de sua escolha. E por mais que alguns amigos o chamem de louco, radical, que não entendam o porque de você se submeter a estas condições e ainda gostar disto, você vai tentar explicar, e vai continuar orgulhoso e gostando do que faz. E é a sua força de vontade que fará você sair da zona de conforto e encarar de frente todos os desafios. Ser vegano é exatamente isto. É fazer uma opção e aceitar os desafios. É mudar.

Mais informações sobre o mundo vegano:

Sociedade Vegana
http://www.sociedadevegana.org

Blog Economizem Vacas!
http://economizemvacas.blogspot.com.br

Site ProVegan
http://www.provegan.com.br

Food-a-Pedia
https://www.choosemyplate.gov/SuperTracker/foodapedia.aspx

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Carregador Solar para Câmeras DSLR

DSLR cameras solar power charger. (Translate this article).
Kit GlobeTrotter Pro

Vasculhando a web atrás de equipamentos interessantes, encontrei este kit de carregador solar que pode ser utilizado para inúmeros dispositivos, inclusive para carregar baterias de virtualmente qualquer tipo de câmera digital, incluindo as profissionais DSLR.

Normalmente em viagens de vários dias em locais remotos, onde não se tem contato com fontes de energia "civilizadas", a questão das baterias é preocupante. Não apenas é necessário carregar várias baterias adicionais, como muitas vezes, em locais muito frios, é preciso um grande cuidado para que não descarreguem. Uma solução é levar realmente um carregador solar, já disponível no mercado a bastante tempo nos mais diferentes modelos e formatos.

O que me atraiu neste modelo, é que acompanha um adaptador que permite conectar e carregar qualquer tipo de baterias para câmeras fotográficas, além de possibilitar a carga direta de celulares, iPod, iPhone, DVD players e outros. Vem também com vários adaptadores de tomada, inclusive para conectar na saída do isqueiro do carro.

O kit denominado GlobeTrotter Pro é composto portanto pelo FreeLoader Pro, que já contém painéis solares e poderia ser utilizado individualmente; o CamCaddy, que é o adaptador que permite utilizar inúmeros tipos de baterias; e o SuperCharger Pro, um painel solar adicional que reduz o tempo de carga total do FreeLoader de 9 horas para 3 horas.

No próprio site do fabricante você pode verificar se o CamCaddy é compatível com a bateria da sua máquina fotográfica através do "Battery Compatibility Checker".


FreeLoader Pro


CamCaddy 



SuperCharger Pro


Os produtos são todos desenvolvidos pela empresa Solar Technology International.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Garrafa de água flexível plusBottle™

Flexible water bottle plusBottle™. (Translate this article). 


plusBottle™


Não há aventureiro que não passe a cada viagem pelo drama do espaço na mochila. Com inúmeros itens a serem carregados, a questão do volume ocupado, além do peso, é muitas vezes determinante na escolha do que levar e mesmo no tamanho da mochila. É por isto que as marcas mais inovadoras estão sempre em busca de design e tecnologia que minimize peso e volume de seus produtos, mantendo ao máximo a qualidade.

Um produto que me chamou a atenção recentemente e que entraria na categoria "ovo de colombo" é a garrafa de água flexível da PlatyPlus, a plusBottle™. A segunda geração do produto é toda feita em poliuretano/polietileno, com uma camada interna de íon-prata antimicrobiana para garantir que a água armazenada não adquira sabor.

A plusBottle, com 1 litro de volume, é 80% mais leve e mais compacta do que uma garrafa rígida da mesma capacidade. Quando vazia, a garrafa pode ser enrolada e facilmente guardada em qualquer canto ou bolso da mochila. A plusBottle conta ainda com uma alça para facilitar o transporte e permite conectar tubos de hidratação e outros acessórios ao bocal, que é fornecido em dois tipos: com tampa fechada ou com sistema de puxar e empurrar para beber.

Veja este e outros produtos no site da Cascade Designs, empresa também responsável pelas marcas MSR e Therm-a-Rest, entre outras.

Novo purificador de água UV CamelBak All Clear™

New CamelBak All Clear™ UV water purifier. (Translate this article).
 
CamelBak All Clear™

No mesmo caminho da já reconhecida SteriPen, lançada a alguns anos e já comentada aqui no blog em 2010, é a vez da tradicional marca de produtos de hidratação CamelBak lançar a sua versão de purificador de água utilizando tecnologia de luz ultravioleta (UV).

O grande diferencial da versão da CamelBak para o produto é que o filtro já vem acoplado a uma garrafa de água de 750ml. A garrafa AllClear conta com o dispositivo UV instalado em sua tampa, além de um painel LCD que verifica e indica se a água foi efetivamente purificada. De acordo com o fabricante, basta agitar a água por 60 segundos dentro do recipiente para que qualquer contaminante microbiológico seja neutralizado.

A lâmpada ultravioleta embutida e o painel LCD são alimentados por 2 pilhas de Lithium recarregáveis através de um cabo USB em menos de 5 horas, durando acima de 80 utilizações por carga. Já a lâmpada tem duração de 10 mil ciclos, o equivalente ao tratamento de 3 garrafas de água todos os dias por 9 anos.

É importante observar que a marca não recomenda utilizar água fervente no recipiente pois poderá danificar o dispositivo, assim como não se deve tentar tratar água com pedaços de gelo, pois a lâmpada não tem capacidade de realizar o tratamento da água em estado sólido. A temperatura indicada (da água) para operação do filtro é acima de 4°C (39°F).

quinta-feira, 1 de março de 2012

Aventureiro do Ano da National Geographics



Com 72mil votos, o "Peoples Choice's Adventurers of The Year" da National Geographics foi para Sano Babu Sunuwar e Lakpa Tsheri Sherpa, que sem nenhum patrocínio comercial ou campanhas em redes sociais, com equipamentos emprestados e pouca grana, escalaram o Everest, desceram voando de paraglider e ainda remaram até o mar, na expedição intitulada Ultimate Descent.

Entre os selecionados pela NatGeo, destaco ainda o biker Danny MacAskill que impressionou o mundo inteiro com sua habilidade na bike em vídeos incríveis, e o menos conhecido por nós brasileiros, o aventureiro britânico Alastair Humphreys, que faz um trabalho muito bacana de divulgação da aventura em seu país através de encontros semanais, onde aventureiros apresentam 20 slides em 20 minutos de suas aventuras, no formato "Pecha Kucha". Alastair vêm promovendo a idéia de "microaventuras" para que as pessoas aproveitem com intensidade o mundo outdoor dentro do seu "universo" paupável.

Saiba mais sobre a expedição dos vencedores, com galerias de fotos e vídeos, no site da National Geographic.

Veja também aqui no blog:
40 mil km: Noite de Pecha Kucha - aventuras com Al Humphreys
40 mil km: Manobras incríveis em uma bike

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Expedição Expreso de Los Andes


O atleta internacional Ray Hazab, que já cruzou a pé o Lago Baikal na Sibéria, e o também ultramaratonista Kevin Valley e mais uma parte da equipe Impossible2Possible, está realizando a expedição Expresso de Los Andes 2012. A expedição nada mais é do que uma travessia de 1700km de corrida, tendo início na cidade de Concón, no litoral do Pacífico no Chile, até a cidade de Buenos Aires, Argentina.

A expedição teve início no dia 21 de fevereiro e a dupla vem percorrendo distâncias diárias que vão de 45 a 100km, conforme as dificuldades do trajeto, como a altitude, o frio ou o calor. O percurso escolhido, conforme pode ser acompanhado pelo Live Tracker no site da expedição, passou acima dos 4000m de altitude nos Andes, na conhecida estrada que liga Chile e Argentina passando em frente ao Parque Provincial Aconcágua.

A equipe já passou pelas cidades de Uspallata, Mendoza e deve estar chegando a San Luís, aproximadamente a um terço do caminho até Buenos Aires.

Neste vídeo Ray Hazab fala de suas dificuldades com o frio, que acabaram fazendo com que tirassem um dia de discanso para se recuperar de uma forte gripe. Outros vídeos e fotos também disponíveis no site Expreso de Los Andes.


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